Uma História de Talento

Esta história começou para 37 jornalistas no dia 7 de fevereiro de 2011 e não tem previsão de acabar!
Uma "História Viva" que se construiu a cada dia, sempre vai deixar saudade e reuniu num mesmo endereço da rua Pedro Ivo, no centro de Curitiba, o eco de sotaques vindos do interior do Estado, Santa Catarina, São Paulo, Pará, Amapá, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Minas Gerais.
Estes são os Talentos Jornalismo GRPCOM 2011

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Post dos professores - Luís Celso Jr.

Luís Celso Jr.: foi na aula dele que o blog Jornalistas de Talento virou uma realidade.

Hoje – um pouco mais de um mês após o fim do curso teórico do trainee GRPCOM –, ele manda um presente para os talentosos:


Um professor calouro e uma turma de mestres

Existe uma máxima (que na verdade está mais para clichê) na qual todo o professor cai um dia: dizer que em sala de aula ele aprende na mesma medida, ou até mais, do que ensina. Eis que me peguei repetindo a mesma coisa quando pensava no que escrever para vocês, queridos ex-alunos. Após a breve vivência que tivemos, posso dizer com conhecimento de causa que essa frase não é só discurso, mesmo que repetido até a exaustão.

Fiz algumas palestras sobre mídias sociais e até dei entrevistas sobre o assunto. Fora as tantas vezes que já falei em público sobre cervejas, claro. Mas a coisa mudou de figura quando tive que montar um curso completo, com começo, meio e fim. Foi minha primeira experiência. Fui calouro, e vocês meus mestres.  
Aprendi durante nossa convivência que a diversidade ainda é nossa marca mais forte. Jornalistas com diferentes formações, de vários locais e ideias diversas continuam a pipocar dos cursos para a carreira. E isso é ótimo. De onde mais sairia nossa criatividade? Projetos muito ricos apareceram, baseando-se principalmente em boas ideias. 
Saí sabendo que há bons jornalistas cantores, há trainees dedicados, ainda há roqueiros e literatos. Também aprendi que há muito mais Luiz(s) nessa profissão do que eu imaginava... 
Aprendi a não cobrar que todos sejam espelhos do professor (apesar de eu ser lindo “prá lascar”). Ninguém tem obrigação a ser meio “nerd” como eu. E é possível, sim, obter resultados mesmo com essa heterogeneidade. Desde que com respeito, dedicação e principalmente confiança. Por isso, agradeço que tenham confiado em mim. 
Agora sei que só o “Ctrl-S” salva! Nunca mais perco uma apresentação. 
Aprendi que o café de graça não existe. Aquilo que eles serviam no MacDonald’s era outra coisa. 
Descobri que a Boca Maldita pode acabar com a bendita garganta do professor e paciência dos alunos. E que os músicos peruanos não tocam só música típica. 
Aprendi que é importante saber improvisar. Mudar um curso que já está começado é difícil, mas importante. 
Agora sei que balas em sala de aula fazem sucesso! 
E que não levo muito jeito para Capitão Nascimento. 
Vendo o gosto que vocês tem pelo jornalismo, aprendi a não deixar velhos ideias de lado. E aqui vai mais um clichê: nunca desistam dos seus sonhos (eita, tô inspirado hoje!)

 
Também aprendi que o curso tem que ter aulas mais espaçadas para dar tempo de fazer o projeto (tá vendo, li a avaliação que vocês fizeram). 
Saí renovado. E vocês, o que aprenderam?

Um comentário:

  1. Aprendi que as participações em aula podem trazer doces recompensas. E que apenas pessoas físicas podem fazer perfis no Facebook, empresas e afins devem fazer páginas, com o risco de serem "apagados" se contrariarem a regra. :)
    Só fiquei com medo do lance do café de graça. Bom, melhor nem saber mais detalhes, afinal, todos sobrevivemos.
    Obrigada, Celso, pela mensagem e pelas aulas! Aprendemos muito, e vc se saiu super bem no desafio de competir com as vozes da Boca Maldita.

    Aline Koller

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