Uma História de Talento

Esta história começou para 37 jornalistas no dia 7 de fevereiro de 2011 e não tem previsão de acabar!
Uma "História Viva" que se construiu a cada dia, sempre vai deixar saudade e reuniu num mesmo endereço da rua Pedro Ivo, no centro de Curitiba, o eco de sotaques vindos do interior do Estado, Santa Catarina, São Paulo, Pará, Amapá, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Minas Gerais.
Estes são os Talentos Jornalismo GRPCOM 2011

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Perfil de Talento - Elisa Lopes

Elisa é moda e combinações. Combinação de imagem com letras. E não é "moda" a seguir tendências cegamente. Elisa tem estilo e vive seu jeitinho cheio de personalismos. É no copo de café, nas cores das unhas ou no jeito de falar: detalhes combinam nessa moça e fazem a Elisa ser Elisa.


“Adoro Curitiba e gosto mais ainda do centro. De andar pelo centro”. Na entrevista abaixo, realizada por e-mail, vamos conhecer um pouco mais dessa talentosa jornalista: O palco dos Jornalistas de Talento hoje é passarela para Elisa Lopes.

Porque você escolheu ser jornalista?
Não me lembro muito bem como e quando me deu o clic final, mas foi a partir de uma dúvida entre Psicologia e Letras. Gosto de palavras, mas não queria ser professora (não que Letras seja só isso, mas era no que pensava). E Psicologia... não sei, mas gosto mais de ouvir ou ler sobre. E no segundo ano, uma professora de Português, de quem gostava muito, falou em Jornalismo. Acho que foi ali.


Qual é a importância da Gazeta do Povo na sua vida?

Entrei na Gazeta pela faculdade, para fazer um estágio de um mês, no começo de 2009. Em seguida fui fazer estágio em Projetos Especiais. O clima sempre foi muito bom e fui ficando. Desde então, só fiquei longe da Gazeta para fazer um estágio no Ministério Público, que queria muito. Na redação, o que mais curti fazer, sem dúvidas, foi o Candibook, nas eleições. Participar do projeto que junta política, candidatos e Internet foi ótimo, além da equipe sensacional!

E a importância do trainee nesta relação com a Gazeta
Durante o trainee tive a oportunidade de passar por editorias que sempre quis muito - como o Online - , de aprender bastante e de conhecer gente que hoje eu chamo de amigo sem pensar duas vezes (pausa pras lágrimas).

Conte sobre uma história da sua infância.

Ah, o que me vem na cabeça agora é que comecei a falar muito cedo, e muito - o que não deve ser muita novidade pra quem convive comigo. E que esperava ansiosamente pelos dias em que meus pais iam me trazer gibis da Mônica. Mas isso nem é uma história...

Um sonho

Que difícil...não chega a ser um SONHO, assim, com caps lock, mas tenho muita vontade de viajar. Só andei de avião uma vez (cê jura!). Queria muito conhecer a Espanha.

Um segredo

Se é segredo não posso contar, oras!

Uma paixão

Me sinto falando o maior dos clichês, mas juro: viver. Ah, gente, sem paixão não se faz nada. Pra eu pegar o meu ônibus e andar pelo centro pra ir trabalhar, tem que ter paixão, seja pelo trabalho, pelo centro ou até pelo ônibus - vai saber. Gosto muito de uma frase que o Almodóvar disse uma vez (gosto muito do Almodóvar, mas não é essa a pergunta) que é: “Afinal, o essencial é isso, sobreviver e manter a paixão”.

Sua música predileta e uns versos que te emocionam

Não é uma música, mas sempre que Cartola canta (ou que cantam Cartola) eu paro pra ouvir, porque é lindo! Mas também me emociono ouvindo Emicida (que Yuri me apresentou e agradeço). Vai saber, acho que música tem a ver com o dia.

Uma habilidade. Como descobriu ela?

Ser livre. E olha que não é fácil, vivo escorregando, mas gosto de pensar, sentir o que quiser, e de entender que todos são livres para o mesmo.

Quais são seus principais gostos?
Gosto de gentileza.

Como você espera o futuro?

Espero que ele venha...mas sem esperar nada. Taí algo que não gosto, quando falam "esperava mais de você, do filme, desse dia, da vida". A expectativa é a gente que cria. Então deixe que ele venha com o que tiver que vir.

Uma mensagem para deixar para a posteridade e a prosperidade
Queria muito que as pessoas fossem mais sinceras com elas mesmas (com o mundo é consequência). E isso, lógico, vale pra mim, principalmente.