Uma História de Talento

Esta história começou para 37 jornalistas no dia 7 de fevereiro de 2011 e não tem previsão de acabar!
Uma "História Viva" que se construiu a cada dia, sempre vai deixar saudade e reuniu num mesmo endereço da rua Pedro Ivo, no centro de Curitiba, o eco de sotaques vindos do interior do Estado, Santa Catarina, São Paulo, Pará, Amapá, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Minas Gerais.
Estes são os Talentos Jornalismo GRPCOM 2011

quarta-feira, 23 de março de 2011

Perfil de Talento - Mari Scoz

Uma aluna do fundão: quietinha, meiga e muito querida.
Mariana Beatrice Scoz disse não saber se auto-descrever. Pois, Mari, o blog Jornalistas de Talento vai ser ousado e te dar uma mãozinha: você é uma surpresa! E das bem agradáveis.
Quando aproximamos, descobrimos um tesouro!
E uma importantíssima qualidade sua: sabe reconhecer o valor da hiper obra-prima mexicana: a novela “A Usurpadora”.
A foto de bailarina que ilustra o perfil dessa talento foi o gancho para o convite para a entrevista. Solícita e muito comprometida – mesmo no meio das muitas tarefas que estão na agenda dos trainees nesta semana – ela achou um tempinho para responder nosso e-mail.
E, olha, que ela ainda disse estar em uma semana de revolta!
Ah...ela é ótima em estatísticas e gráficos.
A jornalista Mari: vale muito a pena conhecer!
Porque você escolheu ser jornalista?
Eu sou uma pessoa quase nada indecisa, mas, quando coloco algo na cabeça, fica difícil de tirar. E com jornalismo foi assim. Eu não sabia muito bem o queria, mas o jornalismo foi a primeira coisa que eu pensei que talvez me interessasse e depois, não teve como mudar. Eu sempre gostei muito de cultura, mas não me considero alguém talentosa o suficiente para praticar as artes. Tentei música durante 13 anos, tocando violino, tentei teatro, mas sou tímida demais, tentei ballet, mas não tenho coordenação. E eu sempre tive um gosto muito grande pela leitura, que veio da minha mãe, e decidi que talvez escrever fosse a minha coisa. Ainda não tenho certeza se é, mas sem dúvida, apesar das decepções e alegrias com o jornalismo, é isso que decidi por enquanto. Se eu mudar de ideia algum dia, eu conto.

Uma habilidade. Como descobriu ela?
Ahn, acho que ser objetiva. Conta? Descobri isso desde cedo, quando eu via todo mundo demorar horas pra fazer provas que pra mim em cinco minutos estavam respondidas. E juro que não era por ser burra. Até hoje eu me sinto mal de entregar prova cedo, então sempre espero alguém fazê-lo primeiro enquanto eu olho pro teto

Sua música predileta e uns versos que te emocionam
Cada semana eu tenho uma música predileta, acho que a da semana é In California da Joanna Newsom, uma harpista americana, cuja a voz demora um pouco pra você aceitar. Os versos vão de ser de I Could Drive Forever do Smog, só porque choro toda vez que ouço:
Too many lines have been broken/ Too many people have crumbled apart / In my hands / I should've left a long time ago / The best idea I've ever had / I could drive forever
Na foto, Mari tinha uns cinco, seis anos.  Ela fez um pouco de balé, um pouco de jazz e um pouco de street dance.

Quais são seus principais gostos?
Se eu disser que gosto de comida, o pessoal que almoça comigo me mata, então vou falar coisas mais aceitáveis: eu gosto de música, livros, seriados (como metade da sala), cinema, gosto de coisas nerds mesmo. Sou uma pessoa caseira, mas sair de casa às vezes é fundamental pra não surtar, gosto de ir no cinema sozinha, gosto de passar tempo com meus amigos sem me preocupar em ter que ir em lugares específicos. Nem sou tão difícil de agradar.

Conte sobre uma história da sua infância.
A história favorita da minha mãe era de que quando eu tinha una 4, 5 anos entrei numa livraria peguei uma cópia de O Menino maluquinho, pus debaixo do braço e saí, feliz. Minha mãe pagou, obviamente, mas ela gosta de jogar isso na minha cara. Mas como eu ia ter noção de que existia dinheiro pra comprar essas coisas?

Como você espere o futuro?
Eu espero que ele seja legal! Eu sou uma pessoa que até que tenta controlar o futuro, mas sou sempre controlada por ele, então deixo as coisas acontecerem. E toda vez que me preocupo demais com isso, me dá uma ansiedade muito grande. Claro que tem certas coisas que eu quero pra mim, mas vou tentar seguir os ensinamentos do professor Rafael e viver o dia!

 Um segredo
Gente, que coisa difícil. Vou contar algo que não é tão segredo, mas meu twitter é @paolabracho, só pra zoar. Se você não conhece, faça o favor de assistir a obra-prima das novelas mexicanas (e derivados): A Usurpadora.

Uma paixão
Meu cachorro, porque ele é um lindo e eu tenho saudades dele

 Uma mensagem para deixar para a posteriodade e a prosperidade
Sejam felizes sendo quem vocês são, vocês são todos lindos. Eu realmente não sei o que falar! Digamos que todo o esforço e dedicação que vocês tem agora vai render só coisas boas. E se tem uma coisa que eu aprendi essa semana é que você deve tratar os outros como espera ser tratado e não como você acha que eles merecem, isso faz de você uma pessoa melhor e mais digna. (Sim, tô revoltada essa semana)

4 comentários:

  1. Gostei do comentario para posteridade.Vou praticar

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  2. Ainda bem que ela não disse que gosta de comer, né? A Mari se prepara diariamente para uma cobertura de catastrofe. Passaria tranquilamente pela prova de comer apenas um bolinho de arroz por dia, caso estivesse no Japão.
    Quem dera eu sobrevivesse comendo esse tanto, haha.

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  3. Q legal conhecer mais sobre a Mariana! E q linda foto! Além do lance do batom vermelho aos 5 ou 6 anos, me identifiquei com suas passagens rápidas pelo ballet e jazz, coisas da infância, né. :)

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  4. Adorei! Confirmou toda imagem de meiguice super-inteligente que eu já tinha da Mariana.

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