Uma História de Talento

Esta história começou para 37 jornalistas no dia 7 de fevereiro de 2011 e não tem previsão de acabar!
Uma "História Viva" que se construiu a cada dia, sempre vai deixar saudade e reuniu num mesmo endereço da rua Pedro Ivo, no centro de Curitiba, o eco de sotaques vindos do interior do Estado, Santa Catarina, São Paulo, Pará, Amapá, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Minas Gerais.
Estes são os Talentos Jornalismo GRPCOM 2011

quinta-feira, 31 de março de 2011

Perfil de Talento - Fernando Emmendoerfer

Para continuar nossa seqüência de “Fernandos”, convidamos o Emmendoerfer de Castro para ser nossa estrela no blog Jornalistas de Talento. Motivos não faltam: Ele foi o primeiro Talento Jornalismo contratado pelo GRPCOM e completa hoje 24 anos.
Parabéns duplo para você!
Com muito humor e objetividade, Fernando revelou, por e-mail, suas expectativas para o trabalho no G1 e algumas histórias do passado.
Porque você escolheu ser jornalista?
Acho que nunca respondi tantas vezes essa pergunta como nos últimos meses, mas vamos lá. Sempre quis ser jogador de futebol e/ou piloto de Fórmula 1. Devido à falta de habilidade e dinheiro, não pude realizar nenhuma das duas atividades. Assim, o jornalismo foi a forma que encontrei para seguir pelo menos perto das áreas que eu gostava.

Evidentemente, com a faculdade e a prática eu encontrei diversos outros motivos para ser jornalista. Mas a origem disso tudo foi mais ou menos isso.


A contratação te pegou de surpresa? Conte um pouco sobre o que você acredita que vai fazer e sobre sua empolgação para a nova atividade.

Muita surpresa. Estava antes de mais nada preocupado com a classificação para a próxima fase quando surgiu a possibilidade, que depois se concretizou.

Estou muito animado. Começo no dia 04 de abril, mas por mim poderia ser amanhã já. Conheci a estrutura e o pessoal do G1 essa semana e vi de perto o trabalho muito bacana que eles estão desenvolvendo.

Qual característica da sua personalidade você mais gosta?

Tranquilidade, pode ser?

Uma habilidade. Como descobriu ela?

Sou bom de garfo. Descobri quando tinha cerca de uns 10 anos e sempre era designado para “comer aquele restinho para não sobrar”, mesmo quando eu já havia sido o responsável por eliminar metade da travessa.

Quais são seus principais gostos?

Comida, futebol, mulheres, cerveja, futebol. Não necessariamente nessa mesma ordem.


Conte sobre uma história da sua infância.

Essa eu contei na aula do Zeca, mas mando o repeteco.

Certa vez, ali pelos meus 14 anos, junto de mais alguns colegas fui enviado para a sala do inspetor do colégio onde estudava – o temido Joca.
Nosso “crime” havia ter aplicado o famigerado “Chazão” em um dos nossos colegas, em virtude de seu aniversário. A punição: Escrever uma redação sobre o quanto nossa atitude havia sido equivocada. “Moleza”, pensei a princípio.
Mas o Joca não estava para brincadeiras. Qualquer vírgula fora do lugar era motivo para reescrever toda a redação. Quando já não havia i sem pingo nos escritos, ele implicou que “Chazão”não era com CH. Um absurdo, já que a palavra é claramente derivada do cafoníssimo termo “Chá-de-cueca”. Era a última cartada dele para nos segurar até o fim do intervalo.
Olhando para trás, chego a conclusão de que este momento foi mais ou menos histórico para a história escolar do Brasil. Apesar de parecer uma atitude isolada na época, era o início de um movimento cruel de abolição de algumas práticas cruciais para a formação de caráter dos jovens. Ali, na proibição do “Chazão”, do “Malha”, entre outras brincadeiras, germinava o embrião da “Geração Restart” dos dias de hoje. 
  
Um segredo

Po, sei lá, eu curto Belchior. Vale?

Uma paixão

Ir ao cinema sozinho.

Como você espera o futuro?

Se ele vier está de bom tamanho.

terça-feira, 29 de março de 2011

Talentos brilham no site da Gazeta!

A Gazeta do Povo - jornal e online - trouxe uma especial comemoração dos 318 anos de Curitiba.

E os talentos fizeram parte da festa com uma coleção de crônicas, informes, relatos de viagem e comentários. O trabalho foi coordenado pelo querido professor e jornalista José Carlos Fernandes.

Confira no site da Gazeta.

segunda-feira, 28 de março de 2011

Foto-história: a trajetória dos Talentos em imagens

No primeiro dia, 7 de fevereiro, éramos 37 desconhecidos, cada um com sua história.

Depois em muitos intervalos e muitos biscoitinhos, começou uma intensa integração.
O “Sal Grosso” foi o primeiro bar histórico...
...sucedido por mais um encontro no Largo da Ordem!
Pós-aulas os trainees faziam encontrinhos:

O primeiro churrasco teve brincadeiras, farofa gourmet, batida de carro (não da nossa parte, mas na esquina!) e mais amizades.
No teste de vídeo, ficamos muito lindos:



E VOCÊ? Tem mais a acrescentar? PARTICIPE!

domingo, 27 de março de 2011

Perfil de Talento - Fernando Andrade Carioca

Vascaíno, Disney, amigo e beisebol são algumas das palavras que descrevem o mundo do talento Fernando Andrade. Fernando com seu sotaque carioca enriquece os papos da sala com muita inteligência e alegria.
O Carioca foi o eleito pelo público para ser o próximo perfil do blog Jornalistas de Talento. Os holofotes abrem espaço para as narrativas e as fotos deste campeão.
Um importante destaque: o segredo que ele nos contou por e-mail é inimaginável.
Porque você escolheu ser jornalista?
Por achar que era uma maneira de trabalhar com esporte. Se bem que, honestamente, sempre gostei muito de jornalismo. Meu pai assinava O Globo desde que eu era pequeno, então eu lia os quadrinhos e a parte de esportes. Depois, com o passar do tempo, fui crescendo e lendo mais sobre os outros assuntos, despertando o interesse por geopolítica, ciência e segurança pública.
Qual característica da sua personalidade você mais gosta?
Acho que a facilidade de me comunicar com as pessoas. Já devem ter reparado que eu falo bastante, né?
Conte sobre uma história da sua infância.
Uma coisa curiosa sobre a minha infância é que a primeira vez em que eu pisei no gramado do Maracanã foi quando eu tinha 7 anos. Eu e meu irmão entramos de mascotes em um jogo entre Vasco e Flamengo, na final do campeonato carioca de 1987. Eu nem imaginava que, depois de anos, voltaria a pisar no campo do Maracanã, entrevistando alguns dos melhores jogadores de futebol do Brasil, além de alguns dos piores também.
- Qual foi o primeiro esporte que você praticou?
Já pratiquei muita coisa, mas acho que o primeiro mesmo deve ter sido natação. Também já fiz várias lutas, futsal, handebol, futebol americano, arremesso de peso, lançamento de disco e corrida de rua (provavelmente, ainda devo estar esquecendo de alguns). Entretanto, o esporte com o qual eu mais me identifiquei foi o beisebol, que já me levou até para os Estados Unidos, além de participar de competições em vários lugares do país. Sem querer levantar polêmicas, eu gosto de competição.
Na verdade, eu acho que ganhar e perder são duas possibilidades que temos em todos os aspectos da nossa vida. O problema maior está em como lidamos com as derrotas e, mais ainda, com a vitória. Não exista nada pior que um mau vencedor. E o esporte tem isso de bom, nos ensina a lidar com as duas situações.
Beisebol em 2009
- Como a paixão foi crescendo?
O grande lance é descobrir o que te dá prazer. Quando você consegue achar, acaba se apaixonando. Deixa de ser somente um exercício, vira um hobbie.
- Como o esporte está ligado ao jornalismo?
Quando fui fazer vestibular, eu tinha, na minha cabeça, duas possibilidades: jornalismo ou educação física, que, no caso, eram as duas que eu achava que me possibilitariam trabalhar com esporte. Para falar a verdade, dei muita sorte e acabei entrando cedo na Rádio Tupi, onde acabei virando repórter esportivo, setorista do Botafogo. Depois disso, acabei trabalhando em diversas emissoras, quase sempre com esporte. O beisebol me possibilitou, ainda, a ter minha primeira experiência com TV, trabalhando como comentarista da BandSports, durante o Pan-2007.
Conte alguma experiência Disney e fale também um pouquinho obre sua vida com o turismo.
Uma coisa muito positiva foi a experiência que tive como custodial (gari), me fez refletir muito sobre a maneira como vemos determinadas profissões. Ficou uma sensação de que as pessoas só me viam quando precisavam de informação, quando estavam perdidas. Fora isso, algumas jogavam lixo no chão, bem na minha frente, como se não tivessem qualquer respeito pelo ser humano que carrega uma vassoura. Me arrisco a dizer que foi a experiência mais valiosa que já tive na minha vida.
De qualquer forma, a Disney é uma outra paixão que eu tenho. Me divirto muito com os grupos que levo. Curto demais todas as atrações, bater um papo com a molecada, comer toda aquela comida "saudável".
Fernando como guia: Castelo do Harry Potter nos parques da Universal
(nova atração em Orlando)
Quais são seus principais gostos?
De música, eu curto samba e alguns pagodes. Comida: carne vermelha, massa, sanduíches e mais um monte de coisa light. De filmes, eu curto quase tudo. No caso dos esportes, a única modalidade que eu já assisti e que não curti foi badminton, que é uma espécie de tênis com peteca. Se bem que, obviamente, rola um destaque maior para o futebol e para o beisebol.
Uma habilidade. Como descobriu ela?
Não sei se tenho alguma habilidade específica. Eu acredito muito na força do treino, seja no esporte, seja no trabalho. Acho que, se houver dedicação, qualquer um pode ser bom em alguma coisa.
Existem os que nascem com uma habilidade e não precisam treinar, como o Romário, mas não é meu caso. Acho que faço bem algumas coisas, mas sempre por ter me dedicado a isso.
Uma paixão
Minha família, sem querer parecer piégas. Sou muito próximo da minha irmã e dos meus primos, principalmente. Eu acho que a família é a única coisa na qual você pode sempre se apoiar. Quando as coisas vão bem, você sempre tem amigos, mas, quando vão mal, alguns, não todos, viram as costas, mas a família segue ao seu lado.

Com o pai e os irmãos em viagem a Bahia


Fernando, Debora e Junior: irmãos
Como você espera o futuro?
Não costumo fazer muito plano, pois, geralmente, as coisas não acontecem como esperamos. Não que eu seja imprudente, que não pense no futuro, mas, na maioria das coisas, prefiro ir vivendo o dia-a-dia.
Um segredo
Já fui flamenguista, até os 4 anos.
Uma mensagem para deixar para a posteridade e a prosperidade
Acho que precisamos aprender a viver a vida, a curtir. Não deveríamos ser tão estressados. Se, mentalmente, você estiver se desgastando muito com o que faz, é porque está fazendo a coisa errada.

quinta-feira, 24 de março de 2011

Post dos professores - Sandra manda mensagem aos trainees

O blog Jornalistas de Talento abre espaço para uma pessoa que esteve conosco e fomentou profundas reflexões sobre um assunto que nos une: o jornalismo!

Com a palavra, Maria Sandra Teixeira Gonçalves - Diretora de Redação da Gazeta do Povo e nossa professora em "Reflexão sobre Jornalismo".

Aos jovens talentos

Dentre os imensos desafios profissionais que me couberam neste início de ano, as aulas do Talento Jornalismo 2011 foram dos mais gratificantes. A proposta era apresentar, sem soluções prontas ou programa de conteúdo muito fixo, um conjunto de dilemas ligados ao cotidiano da prática jornalística. E se a turma fosse tímida ou desinteressada? Operação de grande risco. Para grande alegria, as piores previsões não passaram disso. De previsões. A realidade foi bem mais animadora. Já no primeiro dia foi possível notar que as discussões renderiam muito e que, felizmente, estava reunido naquela sala um grupo de jovens jornalistas que honravam o nome do programa do qual participavam. Um grupo ávido por trocar ideias, disposto a derrubar mitos e pronto para reconstruir conceitos. Isso não tornava minha missão mais simples. Ao contrário, era preciso ainda mais preparo para lidar com uma turma tão atenta e interessada.

Alguns me chamaram de professora. Ao longo das vinte horas que passamos juntos, nunca me senti assim. Primeiro porque não sou mesmo e porque seria covardia tentar sê-lo em um programa que incluiu uma constelação de mestres daqui e de longe. Em segundo lugar, porque o objetivo foi sempre falar, ouvir e refletir com os jovens colegas. Feitas as contas, os professores foram vocês. Em doses homeopáticas de duas horas, fui conhecendo a turma e não houve um só dia em que eu tivesse descido as escadas e voltado para a redação do mesmo modo como havia saído. A cada encontro, visões partilhadas e admiração crescente pela batalha de todos e de cada um. Ao fim da jornada, minha gratidão pelo apoio nesse processo tão importante e preparado com tanto carinho – obrigada, Janine; obrigada, Marisa-- para que tenhamos nas redações profissionais cada vez mais conscientes do papel do jornalismo. Profissionais motivados e apaixonados pela comunicação, mas também preparados para os desafios que surgem todos os dias.
A cada um dos participantes do Talento Jornalismo 2011 meu agradecimento pela disponibilidade, pela acolhida, pelo interesse. O tempo de semear nunca termina. Mas a hora agora é de ir à luta. Fico na torcida para que cada um encontre o caminho mais adequado para o seu talento. Em 2012, a jornada recomeça e, no papel de veteranos, vocês ajudarão a partilhar o conhecimento e a manter girando a maravilhosa engrenagem da comunicação.

quarta-feira, 23 de março de 2011

Mais futebol

Depois do hiper texto do Evandro, temos mais uma dica de futebol: é o blog Papo de Bola FC.
Os talentosos da vez são Cícero e Fernando Carioca! Dois craques!
Falando em Carioca: o Vasco é o post do momento, com misturas de Brasil e Portugal!

Compartilhem! Jornalistas de Talento: cada dia uma revelação!

Perfil de Talento - Mari Scoz

Uma aluna do fundão: quietinha, meiga e muito querida.
Mariana Beatrice Scoz disse não saber se auto-descrever. Pois, Mari, o blog Jornalistas de Talento vai ser ousado e te dar uma mãozinha: você é uma surpresa! E das bem agradáveis.
Quando aproximamos, descobrimos um tesouro!
E uma importantíssima qualidade sua: sabe reconhecer o valor da hiper obra-prima mexicana: a novela “A Usurpadora”.
A foto de bailarina que ilustra o perfil dessa talento foi o gancho para o convite para a entrevista. Solícita e muito comprometida – mesmo no meio das muitas tarefas que estão na agenda dos trainees nesta semana – ela achou um tempinho para responder nosso e-mail.
E, olha, que ela ainda disse estar em uma semana de revolta!
Ah...ela é ótima em estatísticas e gráficos.
A jornalista Mari: vale muito a pena conhecer!
Porque você escolheu ser jornalista?
Eu sou uma pessoa quase nada indecisa, mas, quando coloco algo na cabeça, fica difícil de tirar. E com jornalismo foi assim. Eu não sabia muito bem o queria, mas o jornalismo foi a primeira coisa que eu pensei que talvez me interessasse e depois, não teve como mudar. Eu sempre gostei muito de cultura, mas não me considero alguém talentosa o suficiente para praticar as artes. Tentei música durante 13 anos, tocando violino, tentei teatro, mas sou tímida demais, tentei ballet, mas não tenho coordenação. E eu sempre tive um gosto muito grande pela leitura, que veio da minha mãe, e decidi que talvez escrever fosse a minha coisa. Ainda não tenho certeza se é, mas sem dúvida, apesar das decepções e alegrias com o jornalismo, é isso que decidi por enquanto. Se eu mudar de ideia algum dia, eu conto.

Uma habilidade. Como descobriu ela?
Ahn, acho que ser objetiva. Conta? Descobri isso desde cedo, quando eu via todo mundo demorar horas pra fazer provas que pra mim em cinco minutos estavam respondidas. E juro que não era por ser burra. Até hoje eu me sinto mal de entregar prova cedo, então sempre espero alguém fazê-lo primeiro enquanto eu olho pro teto

Sua música predileta e uns versos que te emocionam
Cada semana eu tenho uma música predileta, acho que a da semana é In California da Joanna Newsom, uma harpista americana, cuja a voz demora um pouco pra você aceitar. Os versos vão de ser de I Could Drive Forever do Smog, só porque choro toda vez que ouço:
Too many lines have been broken/ Too many people have crumbled apart / In my hands / I should've left a long time ago / The best idea I've ever had / I could drive forever
Na foto, Mari tinha uns cinco, seis anos.  Ela fez um pouco de balé, um pouco de jazz e um pouco de street dance.

Quais são seus principais gostos?
Se eu disser que gosto de comida, o pessoal que almoça comigo me mata, então vou falar coisas mais aceitáveis: eu gosto de música, livros, seriados (como metade da sala), cinema, gosto de coisas nerds mesmo. Sou uma pessoa caseira, mas sair de casa às vezes é fundamental pra não surtar, gosto de ir no cinema sozinha, gosto de passar tempo com meus amigos sem me preocupar em ter que ir em lugares específicos. Nem sou tão difícil de agradar.

Conte sobre uma história da sua infância.
A história favorita da minha mãe era de que quando eu tinha una 4, 5 anos entrei numa livraria peguei uma cópia de O Menino maluquinho, pus debaixo do braço e saí, feliz. Minha mãe pagou, obviamente, mas ela gosta de jogar isso na minha cara. Mas como eu ia ter noção de que existia dinheiro pra comprar essas coisas?

Como você espere o futuro?
Eu espero que ele seja legal! Eu sou uma pessoa que até que tenta controlar o futuro, mas sou sempre controlada por ele, então deixo as coisas acontecerem. E toda vez que me preocupo demais com isso, me dá uma ansiedade muito grande. Claro que tem certas coisas que eu quero pra mim, mas vou tentar seguir os ensinamentos do professor Rafael e viver o dia!

 Um segredo
Gente, que coisa difícil. Vou contar algo que não é tão segredo, mas meu twitter é @paolabracho, só pra zoar. Se você não conhece, faça o favor de assistir a obra-prima das novelas mexicanas (e derivados): A Usurpadora.

Uma paixão
Meu cachorro, porque ele é um lindo e eu tenho saudades dele

 Uma mensagem para deixar para a posteriodade e a prosperidade
Sejam felizes sendo quem vocês são, vocês são todos lindos. Eu realmente não sei o que falar! Digamos que todo o esforço e dedicação que vocês tem agora vai render só coisas boas. E se tem uma coisa que eu aprendi essa semana é que você deve tratar os outros como espera ser tratado e não como você acha que eles merecem, isso faz de você uma pessoa melhor e mais digna. (Sim, tô revoltada essa semana)

terça-feira, 22 de março de 2011

Futebol campeão

Num "time" de jornalistas, não é só no campo, que os craques batem um bolão.
O repórter-jogador, Evandro Harenza, apresenta com a maestria das palavras, o Talento que vai além dos pés.
Os holofotes do blog Jornalistas de Talento orgulhosamente apresentam o comentário esportivo de Evandro sobre a partida que aconteceu no último sábado, 19 de março:

Não é slogan de canal esportivo. A verdade é que a “grande” partida do último sábado, entre alguns dos Talentos de 2011 foi “memorável”. Pelo menos pra mim, que estou com dor até agora. A memória da dor não me deixa esquecer.
Foi um jogo de grandes craques – ou vai me dizer que o Fernando Carioca não é um “grande” atleta? Sem falar no Romário, quer dizer, Fernando. Fez gol de voleio, mas também, estava na área para todos os rebotes. Se fosse futebol de campo e não society, estaria o tempo todo impedido.
Os nossos colegas Vitor e Henrique pareciam estar numa meia-maratona. Se jogaram bem, não sei dizer ao certo, mas que correram bastante, correram. Chico e Cícero também não deixaram barato. São de primeira categoria (do Jornalismo, espero, ou então jogariam no Paraná Clube, o que acham?).
Mas bom mesmo eram os goleiros. Pelo menos o do meu time. O do outro lado, Luiz “Pagliuca” também fez as suas defesas (é bom defender a categoria, afinal).

O resultado: detalhe insignificante. O certo é que a próxima partida já está sendo marcada. Eu vou (se minha perna voltar a responder aos impulsos). Até o próximo sábado!
Evandro Harenza

Uma boa sugestão: Raquel nos palcos!

Nossa querida Raquel está nos palcos da peça Miguilim no Teatro da PUC-PR. A apresentação do próximo sábado e domingo, 26 e 27 de março, às 20h, promete ser um sucesso!

Confira também o Blog: http://miguilimteatro.blogspot.com/ e o Twitter: @Miguilim_Teatro.

Dica de Talento - Nada Verde

Mais uma proposta de Talento!
Confiram!

Não existem ações 100% ecológicas ou que não degradem o meio-ambiente: viver já é causar um impacto.

Aqui é um espaço para divulgar os “mitos verdes”, ou seja, mitos sobre a responsabilidade social ambiental em produtos como alimentos, bebidas, materiais de limpeza, higiene pessoal e também em atitudes do dia-a-dia. O objetivo é mostrar como desconfiar de atitudes rotuladas“ambientalmente responsáveis” e das informações divulgadas por determinadas marcas, que em muitos casos não geram benefícios, pois não passam de falácias.


Acessem no Orkut, Facebook e Twitter!

Dica de Talento - Wikifix!

Mais um projeto dos Talentos GRPCOM está no ar!
Teve alguma emergência doméstica? Visite o Wikifix no Facebook e no Twitter!

O WikiFix é uma rede de recomendação de serviços gerais –eletricistas, encanadores, diaristas, técnicos, pintores, pedreiros e quaisquer outros. A ideia é que os usuários ajudem a construir um banco de dados com referências a prestadores de serviço com credibilidade.

Muitos consumidores já se deram muito mal contratando serviços ruins. Por isso, quando precisam desses serviços, procuram alguma referência de pessoas em que confiam. O WikiFix será o espaço para o cadastro desses prestadores, que podem ser recomendados e avaliados pela comunidade.

Fonte: Wikifix

segunda-feira, 21 de março de 2011

Perfil de Talento - Derek

Sentado bem na frente, e no meio, da sala. Com uma bela dicção e um comportamento sempre atento às aulas: assim é o Derek.

Mas, como todas as pessoas, não é só essa faceta que compõe esse Talento. Na última semana, Derek mostrou ser um cantor sensível, amante de antigas canções.
Uma outra curiosidade é sobre seu nome - não convencional - Derek.  Seu pai, Jackson, fascinado por Fórmula 1, resolveu denominar o garoto com o nome do piloto inglês Derek Warwick, que era destaque no esporte em 1989 (ano do nascimento do futuro jornalista).
Bem-humorado, o xará do piloto de Fórmula 1, gosta de Fuscas e nos contou outras paixões por e-mail.  Acompanhe abaixo interessantes histórias desse talento de Ponta-Grossa e da primeira fila!

Quando você começou a cantar?
Não posso precisar o momento primeiro. Mas há um marco na minha "pequena história musical" que, acredito, tenha sido minha primeira apresentação em "público" (e também o primeiro pequeno constrangimento).
Devia ter uns seis ou sete anos. Estava no aniversário de um irmão do meu avô. Não lembro quantos anos ele fazia, mas lembro que, para acomodar a parentada, que não era pouca, a festa foi feita na oficina de lataria automotiva de um tio.
Um momento peculiar: pessoas alegres, conversando e tomando cerveja entre Fuscas, Brasílias e outros clássicos da indústria automotiva brasileira. Reparei que havia, ao lado da mesa, um microfone armado e um violão.
Meu primo ia cantar algumas "gauchescas", sem as quais não se faz uma boa festa de polacada. Aproveitei que o microfone estava ligado e apresentei ali, em "público", uma demanda trazida pela quase unanimidade das crianças que estavam na festa: "A que horas vão servir esse bolo? Já está escurecendo!". Falei alguma coisa assim.
Meu avô, vendo-me ali diante do microfone nem hesitou e gritou de longe: "canta o mexe-mexe pra gente aí!"
É isso mesmo, até para minha surpresa, cantei o "mexe-mexe" da dupla Leandro e Leonardo: aqueles versos super profundos e de cujo sentido, à época, tinha uma interpretação tão rasa quanto uma banheira de bebê. Quem me conhece hoje e fica sabendo dessa história se surpreende. Meu repertório mudou um pouco. (risadas)
 Sua música predileta e uns versos que te emocionam
Definir uma predileta é muito difícil. Mas vamos a uma que me arrepia ainda que a ouça tantas vezes quanto o ouvido suporta: "O inverno do meu tempo", composta pelo mestre Cartola e por Roberto Nascimento, e cantada, mansa e lindamente, pela Elizeth Cardoso: "Surge a alvorada / folhas a voar / e o inverno do meu tempo começa a brotar, a minar / e os sonhos do passado / no passado estão presentes / e o amor que não envelhece jamais...".
 Ainda não cheguei no inverno do meu tempo. Falta idade (mais humor). Mas quero chegar lá com tamanha serenidade e paz.
Um segredo:
Não é bem um segredo. É apenas algo que me incomoda e que não costumo publicizar: meu ouvido arde quando me chamam "Deréque", "Dériqui", "Derêqui", "Erick" e coisas mais estranhas como "Péricles" ou "Éres".
 Uma paixão:
Samba-canção! NÃO estou falando da cueca!
Refiro-me àquele samba de batida arrastada, melodia tristonha e letra passional, rasgada, como os de Lupicínio, Antônio Maria e Dolores Duran.
 Um sonho de sua infância:
Tinha o sonho de ser motorista de ônibus urbano em Ponta Grossa. Eu era simplesmente viciado em conhecer a cidade através das linhas de ônibus.


Porque você escolheu ser jornalista?
Ser comunicativo para mim nunca foi algo difícil. Some-se esta capacidade - ou melhor, esta inquietação - a outros dois elementos: vontade de desenvolver e aprimorar o espírito crítico e grande empatia para com o jornalismo (escrito, falado e televisionado) desde a infância, época da vida em que poderia ter, facilmente, dirigido maior atenção para outras coisas.
Ambas as coisas coexistiram e se tornavam evidentes quando se tratava de assuntos que envolviam o governo da minha cidade e demandas populares. Creio que é uma profissão pela qual é possível, sem ser - nem parecer - panfletarista, defender causas que ajudem as pessoas a se relacionarem melhor.
 Qual característica da sua personalidade você mais gosta?
A sensibilidade. Não é pieguice. Mas sim a capacidade de me incomodar com coisas que poderiam estar mais claras, mais bem resolvidas, mais justas, mais pluralmente decididas ou radicalmente refeitas.
Como você espera o futuro?
Uma grande satisfação profissional, à qual já adiciono a satisfação em termos de ter sido, ser e continuar sendo um bom cidadão, correto nas decisões, seguro nos pontos de vista e sempre aberto a outras e ricas opiniões dos outros. Além de estar rodeado de muitos e bons amigos - e fãs, é claro! Sem querer ser muito pretensioso.
Uma mensagem para deixar para a posteridade e a prosperidade:
Conveça-se... você vai aprender algo que não conhece a cada dia da sua vida, até o último em que dispuser de consciência... se não for assim, nunca saberá a que veio!

domingo, 20 de março de 2011

O que dizem os consultores para os trainees

O que dizem os consultores para os trainees

DE 
RIO — Falta de humildade, arrogância e desvalorização dos profissionais que estão há mais tempo na empresa são características dos trainees que podem atrapalhar o caminho a ser trilhado dentro das organizações. Na opinião de Renata Damásio Magliocca, consultora da Cia de Talentos, o trainee apostou bastante suas fichas para conseguir entrar para o programa, confia no seu taco e chega na empresa achando que vai receber muito ''sim'' pelo caminho, o que não é verdade: — Grande parte desses jovens da geração Y não têm respeito à hierarquia e à bagagem de profissionais que estão há mais tempo na empresa. Além disso, apresentam uma postura de não resistir às frustrações. 

Ao mesmo tempo em que acreditam que têm potencial e que todos devem dar ouvidos a seus projetos, têm dificuldades de escutar, diz Renata:— Diante do primeiro não, se sentem abalados, se desestruturam. Isso acaba gerando uma sensação de arrogância.

Para Rafael Meneses, sócio-gerente da filial da consultoria Asap no Rio, a humildade e o respeito ao colega de trabalho é imprescindível. Como ex-trainee, o profissional pode se deparar com diferentes situações em que uma pessoa com diversos anos de experiência pode ser seu subordinado ou seu gestor. Também vai atuar com pessoas que entraram na empresa por outros meios, sem participar deste tipo de programa, e que também almejam posições de gestão. 

— Com isso, ele terá que ter maturidade para lidar com todos os níveis hierárquicos.— Sou da opinião de que o trainee tem que ser freado e não empurrado. Precisa ser orientado para não ir com tanta sede ao pote e aprender a escolher o melhor caminho — completa Renata. 

Confira abaixo os conselhos dos consultores:
— Esqueça aquela postura de que sabe tudo e que por isso foi contratado. Aproveite ao máximo o treinamento que tem à sua disposição para estudar. Esteja aberto ao aprendizado que será proporcionado com diferentes pessoas e áreas.
Ouça o que os executivos mais antigos da empresa têm a ensinar e procure entender quais características são comuns entre os líderes de sucesso daquela empresa. Assim, poderá ser mais fácil nortear sua trajetória desenvolvendo habilidades específicas;
Mantenha um alto potencial de comunicação. Vale ter contato com diversas áreas, procurando ‘sugar’ de cada uma determinados conhecimentos;
— Encare os desafios e mostre-se disposto a vestir a camisa da empresa .
Seja paciente e construa você mesmo as oportunidades de crescimento. As empresas com modelo de gestão moderno têm a premissa “Primeiro quem, depois o quê”.
Seja um agente transformador e apresente resultados. Assim, a empresa não vai querer perdê-lo para o mercado.
— Não deixe de ser humilde e saiba os momentos certos de pisar no acelerador. O equilíbrio entre autoconfiança versus humildade é infalível .

sábado, 19 de março de 2011

Grupo Talentos no Facebook!

Participe do Grupo dos Talentos GRPCOM no Facebook!
Compartilhe informações com os demais talentos, além de um bate-papo exclusivo.


Acesse já!

Aguardem!

Esta semana um talento foi revelado: Derek surpreendeu e alegrou a todos com suas exóticas canções!
Em breve, o perfil do nosso cantor!

O blog Jornalistas de Talento vai trazer o perfil de todos os Talentos e você pode ajudar a escolher a ordem. Participe da enquete ao lado!